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A CONSTRUÇÃO DA IGREJA E FATOS MARCANTES DESTE PERÍODO

Em 26/07/85 foi eleita a nova Comissão de Finanças, sob a coordenação de Pedro Lucca, equipe que dirigiu todos os trabalhos de construção do novo templo, desde o planejamento até a sua inauguração. Foram 3 anos de planejamento e busca de recursos para iniciar a grandiosa obra, mais 3 anos de construção. Uma equipe incansável de mais de 50 pessoas trabalhou com afinco, dia após dia, realizando bingos, torneios de truco, torneios de futebol de salão, rifas e buscando doações de terceiros para que a obra ficasse pronta sem dívidas para a comunidade.

Em 13/09/85 Nivio de Lara Castro foi eleito coordenador do CPP (Conselho de Pastoral Paroquial), permanecendo até 1988, quando passou a se dedicar plenamente ao Secretariado do Sínodo Arquidiocesano.

Em setembro de 86, uma das portas do templo foi arrombada e foi roubado um grande crucifixo. Cerca de um mês depois o ladrão veio confessar-se e devolveu o crucifixo.

Em dezembro de 86, passando a residir na casa paroquial, Padre Ivanir trouxe sua mãe para morar com ele. O cuidado com sua mãe foi provido com todo o carinho e atenção pelo casal Ivete e Milton Lourenço e por seus filhos, em especial depois que ela ficou muito doente, vindo a falecer depois de alguns anos.

 

Em 06/12/87 foi lançada a pedra fundamental do novo templo...

Em janeiro de 1988 instalaram-se na Paróquia de São Braz as Irmãs Pias Operárias da Imaculada Conceição, com atuação na catequese, liturgia, cantos, atividades de apoio e com a criação de uma escola para carentes sob a administração das mesmas.

De 1988 a 1992 a Paróquia de São Braz, através do Pároco e leigos da comunidade, participou ativamente do Sínodo Arquidiocesano na elaboração de subsídios, realização de pesquisas, participação em treinamentos na Mitra, no Setor e na Paróquia, reuniões, Assembléias Paroquiais e Arquidiocesanas.

Em julho de 1988 foi reempossada a Comissão de Finanças presidida por Pedro Lucca, já que a obra da construção do novo templo, planejada pela equipe, estava para ser iniciada.

Em 09/08/88 foi iniciada a demolição da antiga igreja de madeira. As celebrações passaram a ser realizadas na antiga sala de catequese (onde hoje funciona a Escola de Informática) e, nos finais de semana, no salão paroquial.

No dia 09/10/88 o Bispo – Auxiliar D. Moacir José Vitti abençoou a pedra fundamental do novo templo, o marco que se encontra ainda hoje junto ao portão de entrada central.

A construção do novo templo iniciou-se em 13/10/88, de acordo com projeto do Arquiteto Landívio Gabardo, com os irmãos Jacó e João Tomasi no comando da construção. A partir de 25 de maio de 1989 passamos a utilizar, em caráter provisório, o subsolo do novo templo (onde hoje funciona o Centro Catequético) como local para as celebrações paroquiais.

De 26 a 30 de outubro de 1988 foi realizada a Semana de Evangelização em 6 locais da Paróquia, cada qual assessorado diretamente por padres do Setor Santa Felicidade, evento do qual surgiram tentativas de criação de Comunidades Eclesiais de Base, que permaneceram ativas por alguns anos e até hoje ainda dão frutos em algumas comunidades paroquiais. Semanalmente, às quintas-feiras, o Padre Ivanir deixava de celebrar na Igreja Matriz e o fazia em uma das casas onde se realizava o encontro de CEBs.

A Pastoral Catequética tem sido o movimento mais ativo desde a criação da Paróquia, com a realização de treinamento dos catequistas, inclusive no ICE (Instituto de Cultura Eclesial) da Arquidiocese, atendendo centenas de catequizandos por ano. Os pais das crianças em preparação direta para a primeira eucaristia participavam da Catequese Familiar (encontros mensais em grupos coordenados por casais-pilotos leigos sob o assessoramento direto do Padre Ivanir). Além disso, a catequese coordena uma missa dominical mensal, em horário e com temática específica para o público-alvo.

Em maio de 1989 foi elaborado o canto em homenagem ao nosso Padroeiro, conforme letra do próprio Padre Ivanir e música composta por Neoraldo Cardoso. Essa iniciativa coincidiu com a realização mensal, sempre na primeira terça-feira do mês, de uma novena a São Braz, conforme texto elaborado pelo Padre Ivanir, com diversas orações, a celebração da missa e, ao final, a benção das velas e benção individual da garganta.

Em dezembro de 1989 o Padre Ivanir foi convidado por D. Pedro para assumir o CAP (Conselho Arquidiocesano de Pastoral). Aceitou o encargo com a ressalva de continuar à frente da Paróquia e ter, em definitivo, a colaboração do Padre Francisco Fabris (posteriormente homenageado por D. Pedro Fedalto com o título de Monsenhor), que sempre atuara na Paróquia, em especial no atendimento à Capela Nossa Senhora do Bom Conselho. Apesar de ter assumido a nova função no CAP, Padre Ivanir esteve sempre presente em todos os momentos significativos da Paróquia e da Capela, ausentando-se apenas às terças-feiras para atender na Cúria e durante os momentos de reunião na Arquidiocese.

Em dezembro de 1989 recebemos confirmação da aceitação de um pedido de verba para a construção do nosso templo dirigido à Adveniat, entidade alemã de apoio a iniciativas religiosas. Recebemos um total de 50.000 marcos alemães, em 2 parcelas.

No entanto, recebida a primeira parcela, após convertidos 12.000 dólares e depositados em aplicação bancária em março de 1990, infelizmente, foram bloqueados pelo Banco Central junto aos investimentos em geral, quando da edição do pacote econômico do início do governo do Presidente Collor.

De 17 a 23 de junho de 1990 recebemos a visita pastoral de Dom Moacyr José Vitti, então Bispo - Auxiliar de Curitiba. Na avaliação de sua visita, o mesmo ressaltou o enorme entrosamento do Padre Ivanir com as lideranças de todos os movimentos, pastorais, associações e o povo em geral, apesar do tempo dedicado pelo Padre Ivanir ao CAP. Elogiou a evolução de toda a Paróquia nos aspectos religiosos e eclesiais, a participação efetiva da Paróquia nas atividades do Sínodo Arquidiocesano e a construção do novo templo.

De 15/09/90 a 31/10/90, o Padre Ivanir representou a Arquidiocese em Belo Horizonte, no 1º. Curso de Reciclagem para o Clero, promovido pela CNBB, com temas voltados especialmente para a Pastoral Urbana.

No final da noite de 03/02/91, após o encerramento da Festa de São Braz, a equipe da Comissão de Finanças foi assaltada no salão paroquial, enquanto fazia a contabilização do resultado da festa. Felizmente, apesar de terem sido disparados 2 tiros no recinto, ninguém ficou ferido. Além disso, parte do resultado já havia sido distribuído a encarregados de quitar parte das despesas e boa parte dos cheques roubados foi sustado, o que diminuiu o prejuízo da Paróquia. Casos semelhantes ocorreram em outras Paróquias naquela época.

Com o apoio de capelas e Paróquias vizinhas, recebemos brindes para realizar o Bingo da Solidariedade, no dia 02/03/91, que teve um excelente resultado financeiro. Com polpudas doações recebidas de D. Pedro Fedalto e de Jair Bigaiski, então tesoureiro do CAEP, além da reemissão de diversos dos cheques roubados que foram sustados pelos emitentes, foi arrecadado um valor maior que o total do roubo.

Em 23/06/91 foi ordenado Diácono Celso dos Santos Souza, então com 57 anos, que viera do Rio de Janeiro morar na Paróquia há alguns anos e muito ajudara na catequese, curso de batismo, catequese familiar, liturgia e celebrando cultos. Apesar de já ter entranhado em si a vocação sacerdotal, foi na nossa Paróquia e com o incentivo, a orientação e o apoio do Padre Ivanir que ele finalmente despertou para abraçar firmemente a sua vocação sacerdotal.

Com a construção do novo templo seguindo célere, a partir de agosto de 1991, Marcos Luciano Maestrelli, um escultor de Santa Felicidade, foi contratado para esculpir, de um único tronco de cedro do campo, a imagem de São Braz de acordo com um perfil e vestes resultado de pesquisas profundas em livros antigos, com 1,60 metros, que seria abençoada em missa solene em 26/10/91. Ainda do mesmo tronco, Luciano esculpiu uma imagem de Jesus Ressuscitado em tamanho natural, que seria pendurado sobre o altar do novo templo.

Em 14/09/91 aconteceu a Assembléia Paroquial em prosseguimento às atividades do Sínodo Arquidiocesano, fruto do estudo de alguns meses nas 8 Comunidades de Base da Paróquia. Foram 85 participantes ativos, com muitos debates e questionamentos e muito aprofundamento no Processo de Planejamento Participativo.

Em novembro de 1991, face às dificuldades financeiras com os gastos da construção do novo templo e em função do bloqueio dos recursos recebidos da Adveniat, decidiu-se vender os recursos bloqueados pelo Banco Central, apesar do deságio que precisamos aceitar, mas que foram menores que os custos que arcaríamos com os altos juros que se cobravam na época para obter um empréstimo.

Os últimos dias de novembro de 1991 foram motivo de um grande mutirão da comunidade, ajudando na montagem dos bancos, na limpeza geral do templo, na finalização da instalação do som e tantas outras tarefas de última hora para a grande festa da primeira celebração oficial no novo templo, no dia 01/12/91, com a crisma de 126 adolescentes, jovens e adultos e a celebração do Bispo Auxiliar D. Ladislau Biernaski.

No dia 08/12/91, D. Pedro Fedalto presidiu a ordenação sacerdotal do Padre Pedro Wilson de Souza Filho, que foi o Pároco da Igreja Catedral Metropolitana. Além de nossa comunidade, participaram visitantes de outras Paróquias por onde o Diácono Pedro Wilson trabalhara e, por isso, o "grande templo" que havíamos acabado de construir se mostrou pequeno para o público de cerca de 1.200 pessoas.

No dia 22/12/91, em outra celebração sob a presidência de D. Pedro Fedalto, ocorreu a ordenação sacerdotal do Padre Celso dos Santos Souza, que foi o Pároco da Paróquia de Santa Luzia, junto ao Parque Barigui e Mercês por diversos anos.

Em janeiro de 1992, durante 15 dias tivemos a alegria da visita do Padre Dorli Ribeiro, que residiu na casa paroquial em 1985 enquanto seminarista e que muito ajudou na catequese, liturgia e na secretaria paroquial. Ele substituiu o Padre Ivanir durante o retiro anual dos padres e em mais uma semana de férias, antes de retornar para Santa Catarina.

A partir de 16/01/92, veio morar na casa paroquial o jovem Gerson Rodrigues Brasil, um gaúcho vocacionado que o Padre Ivanir incentivou a se decidir por sua vocação sacerdotal e mudou-se para Curitiba para estudar e se preparar para o sacerdócio.

Gerson angariou a amizade e confiança de muitos paroquianos, ajudou nos trabalhos da secretaria paroquial, nas atividades pastorais e nos cultos, enquanto cursava Filosofia.

A partir de março de 1992, o Padre Ivanir, além do trabalho como Pároco e dos trabalhos como coordenador do CAP, passou a ministrar 4 aulas semanais no Curso de Filosofia.

Na Semana Santa de 1992 foram utilizados, pela primeira vez, 2 televisores e um grande telão no novo templo para que a comunidade pudesse assistir a vídeos sobre a Paixão de Cristo, partindo a nossa comunidade para um novo estágio no uso sadio dos meios de comunicação social, uma das grandes iniciativas do Padre Ivanir.

Em novembro de 1992 começou a funcionar numa antiga sala de catequese (onde hoje funciona a Escola de Informática), através do serviço voluntário de alguns paroquianos e da iniciativa e espírito de doação em prol do menor da senhora Maria da Luz Freitas, uma creche improvisada atendendo, no início, a cerca de 20 crianças. Essa iniciativa pioneira e meritória de D. Maria da Luz se transformaria, hoje, na atual Creche Jesus Criança, fruto do esforço de algumas dezenas de paroquianos que se juntou ao trabalho inicial e levou avante o ideal de servir as crianças.

Desde 1997 a Creche Jesus Criança foi transferida para um local mais amplo, cedido pela Prefeitura Municipal, onde passou a atender 100 crianças carentes na faixa etária de 4 meses a 6 anos de idade. Apesar de alguns períodos de fortes dificuldades financeiras e da constante necessidade de incentivar a participação efetiva de novos voluntários, a Associação Comunitária de São Braz, que foi criada em 26/02/94 para administrar e manter a creche, mantém-se firme e forte no atingimento de seu ideal estatutário.

Finalmente, no dia 13 de dezembro de 1992, D. Pedro Fedalto abençoou o novo templo e oficializou a sua inauguração, agora que estava, finalmente, totalmente concluído. Foram 4 anos e 2 meses de muita luta de toda a comunidade paroquial, de muito esforço pessoal de um grupo de abnegados participantes dos diversos Movimentos, Associações, Pastorais, mas foi, em especial, uma vitória da comunidade católica de São Braz.

 

 
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