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Perguntas e Respostas sobre o Dízimo

DÍZIMO: PERGUNTAS E RESPOSTAS

 

01

O que é dízimo?

É uma contribuição voluntária, periódica e proporcional aos rendimentos auferidos, que todo batizado deve assumir como sua obrigação, mas também seu direito em relação à manutenção da vida da Igreja local onde participa.

02

Então a pastoral do dízimo deve ser constituída para arrecadar dinheiro para a Paróquia?

Embora a conseqüência natural da implantação do dízimo seja um crescimento na arrecadação paroquial o objetivo da organização da pastoral do dízimo nunca deveria ter essa conotação de resolver o problema de caixa da paróquia, mas conscientizar o paroquiano da sua responsabilidade com a comunidade da qual faz parte.

03

Nesse caso, o que justifica a organização da pastoral do dízimo na paróquia?

Sabemos que a diocese tem um plano de pastoral e que em, certa medida, tudo o que acontece ao nível da diocese deveria acontecer na paróquia. Logo, todas as pastorais que existem na diocese, ou ao menos aquelas possíveis em cada paróquia, deviam ali existir.O bom desempenho pastoral na Igreja depende do harmônico funcionamento das diversas pastorais e a pastoral do dízimo tem o seu papel importantíssimo na pastoral de conjunto.

04

Onde devo levar o dízimo?

"Então, ao lugar que o Senhor, vosso Deus, escolheu para estabelecer nele o seu nome, ali levareis todas as coisas que vos ordeno: vossos holocaustos, vossos sacrifícios, vossos dízimos, vossas primícias e todas as ofertas escolhidas que tiverdes prometido por voto ao Senhor". (Dt. 12,11s). O dízimo pertence a Deus e é no Templo que deve ser entregue, ou seja, na nossa paróquia onde participamos regularmente. Levar um auxílio a um pobre, fazer um donativo a uma instituição beneficente são obras muito boas e agradáveis a Deus mas não são dízimos e não nos isentam de contribuir com o dízimo.

05

Quando devo contribuir com o meu dízimo?

O dízimo, sendo uma contribuição regular e proporcional ao ganho de cada dizimista, deveria ser entregue na comunidade com a mesma regularidade que acontecem o recebimento desses ganhos.

06

Qual deve ser a porcentagem utilizada para o dizimista para definir a sua contribuição?

Embora a palavra dízimo tenha o significado de décima parte, ou dez por cento, cada pessoa deve livremente definir, segundo os impulsos de seu coração, sem tristeza e nem constrangimento, qual seja o percentual de seus ganhos que deve destinar ao dízimo a ser entregue para a sua comunidade. No entanto, a experiência tem comprovado que aqueles que, num passo de fé e respondendo à promessa de Deus em Malaquias 3,10 - optaram pelo dízimo integral dos 10 por cento - não se arrependeram de tê-lo feito e nem sentiram falta em seus orçamentos, ao contrário sentem-se mais abençoados que antes, quando suas contribuições eram proporcionalmente menores. De qualquer modo, cada dizimista deve sentir-se livre diante de Deus para fixar o percentual de sua contribuição.

07

Todos os domingos participo da missa e faço a minha oferta no momento próprio do ofertório. Mesmo assim devo contribuir com o dízimo?

De fato, a liturgia prevê um momento em que somos convidados a oferecer os nossos dons diante do altar do Senhor e nesse momento ninguém deve comparecer de mãos vazias (cf Dt. 16,10.15-17). Oferecemos o que trazemos em nosso íntimo e também fazemos a nossa oferenda material. Não participar desse momento especial da liturgia é não participar da Missa plenamente. Mas quando fazemos a nossa oferta na Missa não estamos isentos de contribuirmos com o nosso dízimo e nem mesmo de darmos esmolas e praticar outras obras de caridade.

08

Como e onde é aplicado a minha oferta?

O dízimo arrecado em nossa paróquia é gerido pelo CAEP. O CAEP, a Comissão de Assuntos Econômicos da Paróquia, com o aval do CPP, Comissão Pastoral Paroquial, identifica as obras e atividades prioritárias da comunidade e aplica, segundo as suas posses, na evangelização, em obras de caridade e na manutenção da Igreja e suas demais instalações.

O dízimo também se serve a cobrir as despesas ordinárias, tais como: energia elétrica, água, limpeza, salários de funcionários e impostos requeridos a qualquer atividade legalmente fixada pela lei.

 

 

 

 

09

Como posso identificar os resultados reais do meu dízimo?

Além do que se percebe no dia dia, o CAEP, está aberto a qualquer momento em apresentar as evidências do uso do dízimo, além de comunicar regularmente, via Jornal Momentos, os valores arrecadados mensalmente.

 

 QUE O DÍZIMO, A SUA OFERENDA NÃO É...

Dízimo é o termo historicamente entendido. Mas citando assim, a OFERTA minimiza a expressão do ato de RETRIBUIR os bens recebidos de graça pela Divina Providência. Seria encará-la "apenas" como solução dos problemas econômico-financeiros da comunidade ou como meio de sustentação do clero ou do culto; é desvirtuá-la, desviando-a de sua finalidade precípua e fundamental de meio por excelência de comunhão com o Pai, com o Filho e com o Espírito Santo. A OFERENDA é um culto a Deus, um ato litúrgico praticado pelo Homem Todo na Comunidade Eclesial, que assim se santifica oferecendo o seu trabalho para a santificação de toda a Igreja e do mundo todo, doando-se a si mesmo e tornando-se vítima com Jesus.

Não tem um valor estipulado em porcentagem, mas deve, "conforme as possibilidades de cada um, prover às necessidades da Igreja, de forma que ela possa dispor do necessário para o culto divino, para as obras apostólicas e de caridade e para a honesta sustentação dos seus ministros", o que indica a transparência com a mais ampla divulgação do plano pastoral e plena participação de cada um, conforme a sua própria vocação pessoal, bem como o orçamento e a receita da paróquia.

A oferenda não isenta o fiel de outras participações, até mesmo de caráter extraordinário que possam ocorrer ou de qualquer outra natureza, necessárias e concernentes para a vida comunitária. Não se confunde com os deveres individuais de caridade nem os substitui ou anula, nem ainda com as obrigações sociais de cada pessoa ou obras de misericórdia. Também não substitui a espórtula, que ocupa o lugar das primícias devidas a Deus, que, por sua vez, também não se confunde nem impede a participação com oferendas voluntárias ou votivas

A oferenda não é uma doação, deve ser entregue, é um direito da Igreja (Mt 10,10; 1Cor 9,11-14). Não pode ser objeto de nenhuma organização de controle ou fiscalização, no que vai contrariar a vivência do fiel no seu conteúdo doutrinário. Estará "pagando", não "comungando", nem "cultuando".

"Deus não faz acepção de pessoas" (Dt 10,17; At 10,34; Rm 2,11; Gl 2,6; Ef 6,9; Cl 3,25; Tg 2,1; 1Pe 1,17), não cabendo a classificação meritória de "dizimistas", por vários outros motivos:

Contraria toda a "teologia comunitária" da oferenda, com a qual se estabelece pela própria natureza dela a vida em comunhão com Deus e com todo o Povo de Deus pelo sacrifício.

Fere a realidade do Corpo Místico de Cristo, que não é uma figura de ficção. Qualquer contribuição pessoal, por mais individual que seja, é a participação de todos na santificação dos membros, principalmente aqueles que nada possuem e não podem doar nada, devendo ser muitas vezes objeto da "misericórdia" da comunidade de fiéis. Apesar dessa situação deles, também participam igualmente do Corpo Místico de Cristo (Fl 1,12; 3,10; Cl 1,24; 1Cor 10,16; 2Tm 1,8).

Estabelece uma distinção que não pode existir no Sacrifício Missa ou Eucaristia, pois sendo a oferenda um culto que a Igreja presta a Deus, estabelece-se neste culto uma discriminação comunitária. Não se deve perder de vista que uma das "virtudes" que o fariseu apontou contra o "publicano" da Parábola foi o de "pagar o dízimo de todos os seus rendimentos" (Lc 18,12) e nem por isso foi justificado...

A oferenda deve ser entregue em virtude de seu sentido espiritual e religioso, sem outro interesse que o litúrgico, um culto, sentindo o fiel a sua participação no Sacrifício de Cristo como Hóstia ou Vítima, um só Corpo com Ele, não se insinuando na Igreja o sentido material desligado do religioso, para também por esse meio se santificar e se sacramentar o humano.

 
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