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São Braz, bem aventurado intercessor da Garganta!

A Igreja sempre acreditou que as pessoas, que morreram perfeitamente santas, imediatamente vão para o céu; isto é, para a comunhão com Deus. Nos primórdios do Cristianismo, os cristãos já celebravam Santas Missas sobre túmulos de mártires, suplicando-lhes a intercessão.

E há algumas pessoas que perguntam se a intercessão dos santos é uma realidade... Deveriam então dirigir esta pergunta a quem enfrentou provações em sua vida e que necessitando de forças ou de alento, rogou ao seu santo de devoção. Nada melhor então que o testemunho.

Então vejamos um destes muitos casos, dentre os muitos já professados na história de nossa paróquia.

Duas famílias, unidas pela amizade e pela confiança em São Braz!

Observe as pessoas abaixo... Uma família bonita e feliz! E graças a Deus que assim o é, pois trata-se de fato de uma família coroada de graças, com firmes raízes na fé e cujo testemunho atesta a intercessão do padroeiro de nossa paróquia.

Valdirene Moura e seu filho Eduardo Moura, acompanhada do casal Marisa e Helio Sister

 São duas famílias, duas histórias com caminhos semelhantes.

A família de Valdirene e seu filho Eduardo morava em Matinhos, no litoral paranaense. Valdirene tinha suas atividades normais na cidade e criava seu filho como qualquer outra criança, até que por volta dos 8 anos ela percebeu alterações da voz e a perda constante da capacidade de fala, que se consumia pouco a pouco. Precocupada com a situação, ela procurou médicos que diagnosticaram um tumor nas cordas vocais. Se não fosse tratado, poderia gerar a perda completa da voz, bem como o agravamento a outros órgãos.

Imbuída na necessidade de cuidar de seu filho, a família se mudou para próximo de seus familiares, na cidade de Mandirituba, distante aproximadamente 40km de Curitiba, procurando por tratamento adequado.

Foi uma época de muita luta, várias consultas e cirurgias no Hospital Cruz vermelha. Por suas orações, Valdirene sempre contou com a ajuda de outras pessoas, que de forma solidaria contribuíram de diferentes maneiras, inclusive financeiramente. Esta ajuda foi muito importante para cobrir parte dos custos que envolveram os cuidados com Eduardo.

 

 
Mesmo com a dificuldade crescente, Valdirene nunca abandonou a esperança na cura de seu filho e lutava dia a dia por isso. Iluminada pela Graça Divina, como conta uma de suas parentes, estava ela um dia a escutar a Rádio Banda B e justamente naquele dia se anunciava a Missa em Louvor a São Braz.. Então qual não foi sua esperança a perceber que podia evocar a intercessão justamente daquele santo consagrado pela Igreja à proteção primordial da garganta? E foi o que fez. Vaio à Igreja de São Braz e com muita fé rogou a São Braz por seu filho.

 

Passado pouco tempo, pela indicação de conhecidos, Valdirene acabou por encontrar a UNICAMP, famosa universidade  do interior de São Paulo, que passou a cuidar de seu filho. Nesta época Eduardo só se comunicava pela escrita, sua voz já tinha sumido, suas cordas vocais consumidas pelo agravamento do tumor. Mas Valdirene manteve-se firme, em oração constante, evocando São Braz e participando das missas em nossa paróquia. E não se explica muito bem como, mas ao fim de 7 cirurgias, desde que inicou o tratamento em Curitiba, seu filho deu os primeiros sinais de recuperação da voz, manifestado como "impressionante" por parte dos médicos.

Hoje Eduardo é um jovem sadio, já com 14 anos, completamente curado.

Acima vemos a sua foto, acompanhado de sua mãe. Eles mantém a fé a gratidão a São Braz. Prova disso é que, desde entãao, todos os anos vêm à nossa paróquia, na semana de São Braz, para participar da missa manifestar sua alegria e agradecer a intercessão.

Na foto acima podemos ainda ver um segunda família, um casal cujos nomes são Helio e Marisa Sister. Este casal enfrentou problema semelhante ao que passou Valdirene e Eduardo. Coincidência ou não, ambas famílias se conheciam e ambas residem na mesma cidade.

A história de Helio começou quando ele esteve no médico para fazer uma consulta, quase de rotina, por causa de problemas gástricos. O laudo do exame mostrou que Helio tinha um tumor alojado no sistema digestivo. Depois da biopsia, foi constatado que tratava-se de um tumor maligno, classificado como câncer no esôfago.

Os médicos atestaram uma situação delicada, pois o tumor teria que ser completamente removido e isto implicava na remoção completa do canal do esôfago, com a inclusão de um canal sintético, sujeito a diversos riscos relacionados aos problemas de infecção e pelas dificuldade de alimentação. Em sendo uma recuperação dolorosa e delicada, Helio foi acometido de muitas dificuldades, ainda mais porque a família esempre foi dependente do serviço de saúde pública.

Então onde buscar forças para tantas dificuldades? Pois a lembrança das graças a obtidas para Eduardo pelas mãos de São Braz, ainda estava viva na memória de todos. Pois Marisa não teve qualquer dúvida a quem recorrer e se pôs de joelhos a São Braz, rogando por sua intercessão.

Para aqueles que colocavam dúvida na recuperação de Helio, hoje ele está aí para quem quiser conhecê-lo. Depois de muitas dores, dificuldades e sofrimento, ele está aí, de cabeça em pé, louvando a agracendo a Deus pela graça recebida.

Ele esteve também aqui, durante a semana de São Braz em 2013, como podemos ver na imagem acima. Veio agradecer e dar testemunho, junto com Valdirene e Eduardo, louvando a Deus pelas graças alcançadas.

São Braz, rogai por nós!

 
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